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	<title>Gund, Wiebelling &#38; Dalmolin Advogados Associados</title>
	<link>http://www.gwdadvogados.com.br</link>
	<description>Advogados associados de Cascavel Paraná</description>
	<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:03:54 +0000</pubDate>
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		<title>Brasil pode ter lei para proteger dados pessoais</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 13:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Justiça deve fechar, até o fim do mês, um anteprojeto de lei para regulamentar a proteção de dados pessoais no Brasil. Atualmente, não há uma lei específica no país, e o assunto é tratado de forma genérica pelo Direito Civil brasileiro. A informação é da Agência Brasil.
Nações vizinhas, como a Argentina e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Justiça deve fechar, até o fim do mês, um anteprojeto de lei para regulamentar a proteção de dados pessoais no Brasil. Atualmente, não há uma lei específica no país, e o assunto é tratado de forma genérica pelo Direito Civil brasileiro. A informação é da Agência Brasil.</p>
<p>Nações vizinhas, como a Argentina e o Uruguai, por exemplo, já têm legislações específicas. Com a lei, o governo brasileiro pretende criar um marco regulatório e uma agência governamental para gerenciar o uso e a divulgação de dados como endereço pessoal, número de documento do cidadão, sua situação de crédito e até os chamados “dados sensíveis”, entre eles a opção religiosa e sexual. Hoje, muitos desses dados são fornecidos ao governo, a empresas ou sites na internet pelo cidadão e, posteriormente, utilizados sem o conhecimento dele.</p>
<p>“Dados pessoais são aqueles que, uma vez cruzados, podem ser utilizados de forma abusiva e de forma comercial sem que a gente saiba. É importante que a gente dê transparência a esse tipo de processo, dê consentimento à utilização desse tipo de dado”, afirma o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Felipe de Paula.</p>
<p>Para conhecer experiências internacionais e ajudar na preparação do texto do anteprojeto, o Ministério da Justiça e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) estão promovendo um seminário nesta quarta e quinta-feira (11 e 12/8) com representantes de vários países.</p>
<p>Assim que ficar pronto, o anteprojeto será colocado sob consulta pública na internet, para que qualquer pessoa possa dar sugestões ao texto. A ideia é encaminhar o projeto ao Congresso Nacional até o fim deste ano.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12505">OAB Paraná</a></p>
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		<title>Advogados podem enviar trabalhos para concurso de artigos sobre os 80 anos da OAB</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 14:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os advogados interessados em participar do Concurso Nacional de Artigos que o Conselho Federal criou para comemorar as oito décadas da OAB no Brasil têm até o dia 30 de setembro para enviar seus trabalhos. O aniversário de 80 anos da instituição será celebrado no dia 18 de novembro deste ano. Serão selecionados 20 artigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os advogados interessados em participar do Concurso Nacional de Artigos que o Conselho Federal criou para comemorar as oito décadas da OAB no Brasil têm até o dia 30 de setembro para enviar seus trabalhos. O aniversário de 80 anos da instituição será celebrado no dia 18 de novembro deste ano. Serão selecionados 20 artigos inéditos que abordem o tema “80 anos da OAB e a História do Brasil”. Todos os advogados regularmente inscritos e em dia com suas obrigações perante a OAB poderão participar do concurso. Os trabalhos devem ser encaminhados para o endereço da OAB Editora (SAS Quadra 05 Lote 01 Bloco M – Ed. Sede do Conselho Federal da OAB – CEP 70.070-939 – Brasília/DF). O material também pode ser entregue pessoalmente. Todas as informações sobre o concurso constam no regulamento disponível aqui. Outras informações também podem ser obtidas pelo e-mail oabeditora@oabpr.org.br ou pelo telefone: (61) 2193-9794. Os artigos selecionados serão publicados no livro “80 anos da OAB e a História da Brasil”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12480">OAB Paraná</a></p>
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		<title>Fiscalização do Exercício Profissional tem três comissões</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 18:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a intenção de aperfeiçoar o trabalho de fiscalização do exercício profissional, a OAB Paraná nomeou três comissões de advogados para atuar na área. Os novos integrantes tomaram posse na tarde desta quinta-feira (5). O advogado Daniel Hachem preside a 1.ª Comissão; o advogado Antonio Carlos Guimarães Taques é o presidente da 2.ª comissão; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a intenção de aperfeiçoar o trabalho de fiscalização do exercício profissional, a OAB Paraná nomeou três comissões de advogados para atuar na área. Os novos integrantes tomaram posse na tarde desta quinta-feira (5). O advogado Daniel Hachem preside a 1.ª Comissão; o advogado Antonio Carlos Guimarães Taques é o presidente da 2.ª comissão; e a advogada Renata Polichuk preside a 3.ª. Segundo o presidente da OAB Paraná, José Lucio Glomb, a nomeação de um maior número de profissionais fortalece as atividades de fiscalização profissional.</p>
<p>“Reunimos um quadro de muita qualidade, com profissionais experientes e que saberão exatamente qual é o papel que um advogado deve exercer”, afirmou Glomb. De acordo com o advogado Áli Haddad, que coordenou a composição das comissões, a criação de três grupos de advogados para atuar na fiscalização profissional indica a importância que a comissão tem para a Seccional da OAB no Paraná.</p>
<p>Segundo Daniel Hachem, na primeira reunião dos presidentes das três comissões foram definidas algumas estratégias para orientar as atividades de fiscalização do exercício profissional. Entre elas, uma divisão de competências, que deve evitar que os integrantes das comissões fiquem sobrecarregados. Durante a posse, os três presidentes assumiram o compromisso de trabalhar de modo a garantir que os princípios da advocacia sejam observados e respeitados por todos os profissionais do Paraná.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12476">OAB Paraná</a></p>
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		<title>Gratuidade de justiça se limita às custas processuais</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gratuidade de justiça se limita às custas processuais - mas não interfere no Contrato de serviços advocatícios livremente contratado pelo Cliente
Jornal Espaço Vital (www.espaçovital.com.br), em 12/04/2010
Julgamento de importância para a Advocacia foi proferido pelo STJ garantindo o direito aos honorários contratuais mesmo quando a parte constituinte goza do benefício da gratuidade. Em outras palavras, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gratuidade de justiça se limita às custas processuais - mas não interfere no Contrato de serviços advocatícios livremente contratado pelo Cliente<br />
Jornal Espaço Vital (www.espaçovital.com.br), em 12/04/2010</p>
<p>Julgamento de importância para a Advocacia foi proferido pelo STJ garantindo o direito aos honorários contratuais mesmo quando a parte constituinte goza do benefício da gratuidade. Em outras palavras, se o beneficiário da assistência judiciária gratuita opta por ser defendido por advogado que não aqueles fornecidos pelo Estado, deverá arcar com os ônus dessa escolha.</p>
<p>O caso é oriundo do RS, onde o advogado Nilmar Pires dos Santos ajuizou ação de arbitramento de honorários contra Nair Lúcia Graeff, Jairo Luis Graeff, Jair Antonio Graeff e Jane Cristina Graeff, narrando tê-los representado em uma ação indenizatória julgada procedente e para cujo trabalho ajustara remuneração na forma de contrato de risco.</p>
<p>Após o sucesso naquela demanda, recebeu dos então clientes uma notificação de revogação de poderes, nada percebendo do contrato pelo trabalho desempenhado.</p>
<p>Em primeiro grau, a sentença proferida pela juíza Maria Beatriz Londero Madeira da comarca de Venancio Aires (RS) julgou procedente o pedido, condenando os réus ao pagamento de verba honorária de 20% do valor da condenação na ação indenizatória em que foram vencedores.</p>
<p>Entretanto, em apelação, a 16ª Câmara Cível do TJRS reverteu a sentença e acolheu a tese de que o gozo da gratuidade isenta a parte do pagamento dos honorários advocatícios.</p>
<p>Segundo os desembargadores Ana Maria Nedel Scalzilli, Helena Ruppenthal Cunha (presidente) e des. Ergio Roque Menine, &#8220;a cobrança de honorários advocatícios referente à atuação do profissional em processo no qual a parte, sua constituinte, tenha litigado sob o pálio do benefício da assistência judiciária encontra óbice nos termos do instituto da gratuidade&#8221;.</p>
<p>Inconformado com o deslinde oferecido pelo TJ gaúcho, o advogado recorreu ao STJ, onde obteve sucesso a partir do voto da relatora, ministra Nancy Andrighi. Para ela, &#8220;a promessa de futura remuneração em caso de êxito na demanda afasta o benefício da gratuidade, podendo o advogado auferir contraprestação pelo serviço prestado&#8221;.</p>
<p>Segundo a relatora, em análise do art. 3º, V, da Lei nº 1.060/50, “esta solução busca harmonizar o direito do advogado de receber o valor referente aos serviços prestados com a faculdade de o beneficiário, mediante a celebração do tão popular ‘contrato de risco’ (em que o pagamento dos honorários se condiciona ao êxito no processo) poder escolher aquele advogado que considera ideal para a defesa de seus interesses.”</p>
<p>Concluiu a ministra que o recebimento dos honorários advocatícios, cuja natureza é alimentar, “é um direito do advogado que deve ser respeitado sob pena de vilipendiar um dos Fundamentos da República Federativa do Brasil, que é justamente o do valor social do trabalho”.</p>
<p>Também se manifestando, o ministro Massami Uyeda complementou: “configurando essa hipótese de contrato de risco, depositando essa fidúcia no profissional, embora se compreenda que o exercício da Advocacia é um evidente ´múnus´ público, e assim o profissional que foi eleito por essa confiança, faz jus à honorária contratada.”</p>
<p>O recorrente foi representado pelos advogados Nelson Clécio Stohr e Tibicuera Menna Barreto de Almeida (REsp 965350-RS).</p>
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		<title>OAB lamenta a morte do procurador-geral Eraldo Kuster</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 14:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A OAB Paraná lamenta a morte do procurador-geral do município de Curitiba Eraldo Kuster, que faleceu na madrugada deste sábado (31), aos 53 anos, vítima de infarto. Advogado, Kuster assumiu a procuradoria no último dia 30 de março, a convite do prefeito Luciano Ducci. O velório ocorre na capela 3 do Cemitério Municipal. O sepultamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A OAB Paraná lamenta a morte do procurador-geral do município de Curitiba Eraldo Kuster, que faleceu na madrugada deste sábado (31), aos 53 anos, vítima de infarto. Advogado, Kuster assumiu a procuradoria no último dia 30 de março, a convite do prefeito Luciano Ducci. O velório ocorre na capela 3 do Cemitério Municipal. O sepultamento está previsto para as 16h30 deste sábado.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12447">OAB Paraná</a></p>
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		<title>Justiça do Trabalho agiliza execuções de pequeno valor contra órgãos públicos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Quem tem Requisições de Pequeno Valor (RPVs) a receber no Paraná, decorrentes de processos trabalhistas contra órgãos públicos, terá o pagamento agilizado graças à recente alteração no procedimento administrativo do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. A Instrução Normativa 1/2010, da Presidência do TRT, publicada em 2 de julho, simplificou a execução de títulos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem Requisições de Pequeno Valor (RPVs) a receber no Paraná, decorrentes de processos trabalhistas contra órgãos públicos, terá o pagamento agilizado graças à recente alteração no procedimento administrativo do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. A Instrução Normativa 1/2010, da Presidência do TRT, publicada em 2 de julho, simplificou a execução de títulos não pagos espontaneamente pela parte vencida no processo, eliminando a exigência do pedido, por parte do trabalhador, para o início da execução na Justiça. Dessa forma, o próprio juiz responsável pela decisão poderá requisitar o pagamento, evitando que o processo passe por diversos setores até o sequestro dos valores para pagamento da dívida.</p>
<p>Até então, o trabalhador tinha que fazer a solicitação, na Vara de origem, que aguardava manifestação do réu para remeter o processo ao TRT. Este, por sua vez, o remetia ao Ministério Público para parecer, antes de decidir sobre o sequestro de valores nas contas dos órgãos públicos, para depois enviar ao juízo da execução. Com o novo procedimento, quando não há pagamento por parte do réu, o juiz imediatamente inicia o procedimento de sequestro dos valores, garantindo rapidez no pagamento. Este novo procedimento deve abreviar em 4 meses a execução.</p>
<p>Além da maior rapidez para pagamento, houve também aumento dos valores que se enquadram na modalidade RPV. A Emenda Constitucional 62/2009 alterou o pagamento de precatórios e RPVs, bem como os valores que os definem. Por ela, dívidas públicas da União Federal, Estados e Municípios de até 60, 40 e 30 salários mínimos, respectivamente, deverão ser pagas em RPVs, implicando pagamento em até 60 dias. Valores superiores seguem para a lista de precatórios, que obedecem a prazos mais longos, inclusive parcelamento por período superior a 15 anos. No caso dos municípios, há possibilidade de edição de legislação própria, reduzindo o teto de 30 salários mínimos, desde que não inferior ao maior benefício do Registro Geral da Previdência Social (RGPS), atualmente de R$ 3.467,40.</p>
<p>Por força da alteração provocada pela EC 62, 52 dos 91 municípios paranaenses que já tinham legislação própria quanto ao limite das RPVs terão de aumentá-los: Abatiá, Agudos do Sul, Amaporã, Antonina, Assis Chateaubriand, Astorga, Borrazópolis, Cambará, Campo Mourão, Carambeí, Centenário do Sul, Congonhinhas, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Figueira, Florestópolis, Formosa do Oeste, Francisco Beltrão, Goioerê, Grandes Rios, Guaraqueçaba, Ibaiti, Iporã, Iracema do Oeste, Jacarezinho, Japira, Jundiaí do Sul, Juranda, Leópolis, Nova América da Colina, Nova Tebas, Palmeira, Paranaguá, Piraquara, Porecatu, Reserva, Rosário do Ivaí, Salto do Lontra, Santa Helena, Santa Isabel do Ivaí, Santo Antônio da Platina, São Jerônimo da Serra, São João do Caiuá, São Jorge D’Oeste, São José da Boa Vista, São José das Palmeiras, São Miguel do Iguaçu, Engenheiro Beltrão, Toledo, Tupãssi, União da Vitória, Vera Cruz do Oeste, e Wenceslau Braz.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12437">OAB Paraná</a></p>
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		<title>Sistema de Conciliação Pré-processual está sob nova coordenação</title>
		<link>http://www.gwdadvogados.com.br/sistema-de-conciliacao-pre-processual-esta-sob-nova-coordenacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 12:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sistema de Conciliação Pré-Processual (Sicopp) da Justiça Federal do Paraná, criado no dia 29 de abril de 2009, está sob a coordenação da juíza federal substituta da 3ª Vara do Juizado Especial Federal Previdenciário de Curitiba, Ana Carolina Morozowski, desde o último dia 19 de julho. O Sicopp foi implantado primeiramente nas quatro varas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema de Conciliação Pré-Processual (Sicopp) da Justiça Federal do Paraná, criado no dia 29 de abril de 2009, está sob a coordenação da juíza federal substituta da 3ª Vara do Juizado Especial Federal Previdenciário de Curitiba, Ana Carolina Morozowski, desde o último dia 19 de julho. O Sicopp foi implantado primeiramente nas quatro varas dos Juizados Especiais Federais Cíveis e Previdenciários de Curitiba e, em julho do ano passado, também em Ponta Grossa. O sistema tem a proposta de contribuir para uma solução célere e pacífica para os processos de benefícios previdenciários por incapacidade que podem ser resolvidos por meio de acordos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12422">OAB Paraná</a></p>
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		<title>Cadastro indevido no SPC não constitui dano moral se já existe inscrição legítima</title>
		<link>http://www.gwdadvogados.com.br/cadastro-indevido-no-spc-nao-constitui-dano-moral-se-ja-existe-inscricao-legitima/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Não cabe indenização por dano moral em caso de anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito quando já existe inscrição legítima feita anteriormente. Com essa observação, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, suspendeu decisão da Justiça maranhense que havia condenado um supermercado ao pagamento de indenização por danos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não cabe indenização por dano moral em caso de anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito quando já existe inscrição legítima feita anteriormente. Com essa observação, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, suspendeu decisão da Justiça maranhense que havia condenado um supermercado ao pagamento de indenização por danos morais.</p>
<p>Na reclamação dirigida ao STJ, o advogado da empresa protestou contra a decisão da Terceira Turma Recursal e Criminal do Juizado Especial Cível do Estado do Maranhão, a qual, se for executada, pode causar à empresa enormes prejuízos, de difícil reparação.</p>
<p>Segundo alegou a defesa, o supermercado foi condenado ao pagamento de R$ 6 mil por danos morais, por ter inscrito indevidamente o nome de cliente no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mesmo com a existência de outras inscrições do nome do autor da ação em cadastro de inadimplente.</p>
<p>Para o advogado, a decisão da Justiça estadual está em desacordo com entendimento já firmado pelo STJ, constante da Súmula n. 385, que dispõe: “Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral quando preexistente legítima inscrição, ressalvado o direito ao cancelamento”.</p>
<p>Cesar Rocha concedeu a liminar, reconhecendo presentes os requisitos da medida urgente. “Com efeito, ao que parece nesta análise perfunctória, o aresto impugnado destoa do entendimento desta Corte e a sua execução imediata pode ensejar dano de difícil reparação à reclamante”, considerou.</p>
<p>Ainda segundo o presidente do STJ, estão demonstrados suficientemente a plausibilidade das alegações e o perigo na demora. “Defiro o pedido de liminar para suspender a eficácia do acórdão prolatado pela Terceira Turma Recursal Cível e Criminal do Juizado Especial Cível do Estado do Maranhão, até ulterior deliberação do relator da reclamação”, concluiu Cesar Rocha.</p>
<p>Após o envio das informações solicitadas pelo presidente ao juízo reclamado, o processo segue para o Ministério Público Federal, que dará parecer sobre o caso.</p>
<p>Coordenadoria de Editoria e Imprensa</p>
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		<title>STF torna obrigatório envio eletrônico de mais oito tipos de processos</title>
		<link>http://www.gwdadvogados.com.br/stf-torna-obrigatorio-envio-eletronico-de-mais-oito-tipos-de-processos/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 18:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do dia 1º de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) passa a exigir que mais oito classes processuais sejam protocoladas na Corte exclusivamente por meio eletrônico. São elas: Ação Cautelar (AC); Ação Rescisória (AR); Habeas Corpus (HC); Mandado de Segurança (MS); Mandado de Injunção (MI); Suspensão de Liminar (SL); Suspensão de Segurança (SS) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 1º de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) passa a exigir que mais oito classes processuais sejam protocoladas na Corte exclusivamente por meio eletrônico. São elas: Ação Cautelar (AC); Ação Rescisória (AR); Habeas Corpus (HC); Mandado de Segurança (MS); Mandado de Injunção (MI); Suspensão de Liminar (SL); Suspensão de Segurança (SS) e Suspensão de Tutela Antecipada (STA). As três últimas classes são processos de competência da Presidência da Corte.</p>
<p>Com a mudança, o sistema e-STF, que funciona por meio do Portal do Processo Eletrônico, receberá, ao todo, 15 tipos de processos virtualmente. Em fevereiro deste ano, passaram a tramitar eletronicamente seis tipos de ações originárias, ou seja, que têm início no STF: Reclamações (Rcl), Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADC), Ações Diretas de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) e Propostas de Súmula Vinculante (PSV). O Recurso Extraordinário (RE) foi o precursor do processo eletrônico na Corte, com início em junho de 2007. No entanto, no caso do RE, os advogados ainda podem optar entre apresentar o processo por meio eletrônico ou por meio do sistema convencional, em papel.</p>
<p>Para as demais classes processuais, fica suspenso o recebimento dos processos em meio físico, que serão aceitos somente de forma eletrônica. A medida proporciona agilidade na análise das ações, além de diminuir custos financeiros e reduzir o impacto ambiental, devido à eliminação de grande parte do uso de papel, tinta de impressora, combustível de trânsito das partes e advogados, entre outras pequenas ações que afetam direta e indiretamente o meio-ambiente.</p>
<p>As oito classes processuais incluídas no sistema de peticionamento eletrônico representam 10% do quantitativo de ações que chegam ao Supremo. Embora a porcentagem seja pequena, a iniciativa representa uma economia em torno de R$ 15 mil apenas nos próximos cinco meses, chegando a aproximadamente R$ 36 mil em um ano. Também deixarão de ser feitos 707 deslocamentos de processos físicos por dia e 943 juntadas de documentos e costuras judiciais. O tipo recurso que mais sobrecarrega o Supremo é o Agravo de Instrumento (AI) que, sozinho, representa 60% do volume de processos que chegam aos gabinetes. Exatamente por isso a próxima etapa da virtualização dos processos no STF será tornar o AI também eletrônico. A mudança significará uma economia de R$ 115 mil por ano somente em papel. Outros R$ 48 mil serão economizados com capas e etiquetas; R$ 138 mil, com mão de obra, e R$ 151 mil, com serviços dos Correios.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12385">OAB Paraná</a></p>
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		<title>OAB e alunos de Direito querem ampliar o debate em torno da formação jurídica</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 21:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GWD Advogados</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, recebeu nesta segunda-feira (19), em seu gabinete, a integrante da Federação Nacional de Estudantes de Direito (Fened), Saionara Reis, com quem iniciou os diálogos a fim de ampliar as discussões em torno de uma educação jurídica de qualidade, que envolve muito mais do que o ensino ofertado hoje pelas faculdades e a realização de concursos e do Exame de Ordem. A integrante do Fened requereu que a Federação e a OAB possam contribuir com o debate e discussões em todas as instituições do ensino superior em Direito para ampliar a concepção do ensino jurídico para além do Exame de Ordem e da simples preparação para concursos.<br />
;Buscamos uma formação mais ampla, generalizada, que trabalhe a sensibilidade do jurista. Queremos colocar o debate da extensão e pesquisa dentro da educação jurídica;, afirmou Saionara Reis. Ophir Cavalcante receberá em outubro próximo a Comissão Gestora da Fened, que será escolhida em setembro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oabpr.com.br/noticias.php?idNoticia=12381">OAB Paraná</a></p>
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